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domingo, 29 de julho de 2018
Eu e não outra (Laura Folgueira, Luisa Destri)
Casa do Sol | Instituto Hilda Hilst
Este livro nos permite um vislumbre da personalidade e da vida de
Hilda Hilst
. Traça um panorama do nascimento e da história de sua família em Jaú, no interior de São Paulo, até sua morte na Casa do Sol, numa série de episódios fascinantes – da juventude glamourosa na capital à decisão de se recolher num sítio, dos livros pornográficos à fantasia de se tornar freira, ou à vontade de ser reconhecida como grande que foi, ser amada e amar muitos homens. Seria possível pensar que procura retratar a pessoa por trás da escritora, se em Hilda essas duas faces não fossem, justamente pela consciência com que construía sua imagem, a mesma coisa.
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quinta-feira, 28 de junho de 2018
101 filmes para quem ama moda (Alexandra Farah)
Vestido de Marilyn Monroe em O pecado mora ao lado (1955)
Quando o cinema encontra a moda, quando Hollywood encontra Paris, o glamour é em dobro e o sonho, infinito. Essa é a magia que une os filmes reunidos neste livro. Selecionados sob a pesquisa de uma jornalista de moda, eles traçam a história da vestimenta e de todo o ambiente que circunda a sua evolução por meio da sétima arte. Cada um deles foi escolhido a partir de estudo iniciado na década de 1990 e que já tomou a forma de um festival de cinema, o FilmeFashion, e agora chega em livro. São 101 inebriantes longas que transportam o leitor para uma revista de moda nos anos 1944, para uma plantação de algodão na Índia em 2015, para uma butique no Rio de Janeiro de 1960, para o palco de David Bowie em 1973. Em cada texto desta publicação há sugestões de outros longas, o que faz com o que os 101 veículos principais se multipliquem em outras dezenas de filmes, todos referências fundamentais para quem ama a
moda e o cinema. Juntos para sempre!
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terça-feira, 29 de maio de 2018
Lima Barreto: Triste visionário (Lilia Moritz Schwarcz)
Em monumental biografia de
Lima Barreto
, Lilia Moritz Schwarcz investiga as origens, a trajetória e o destino do escritor carioca sob a ótica racial no Rio de Janeiro da Primeira República. Durante mais de dez anos, Lilia Moritz Schwarcz mergulhou na obra de Afonso Henriques de Lima Barreto, com seu afiado olhar de antropóloga e historiadora, para realizar um perfil biográfico que abrangesse o corpo, a alma e os livros do escritor de Todos os Santos. Esta, que é a mais completa biografia de Lima Barreto desde o trabalho pioneiro de Francisco de Assis Barbosa, lançado em 1952, resulta da apaixonada intimidade de Schwarcz com o criador de Policarpo Quaresma — e de um olhar aguçado que busca compreender a trajetória do biografado a partir da questão racial, ainda pouco discutida nos trabalhos sobre sua vida. Abarcando a íntegra dos livros e publicações na imprensa, além dos diários e de outros papéis pessoais de Lima Barreto, muitos deles inéditos, a autora equilibra o rigor interpretativo demonstrado em Brasil: Uma biografia e As barbas do imperador com uma rara sensibilidade para as sutilezas que temperam as relações entre contexto biográfico e criação literária. Escritor militante, como ele mesmo se definia, Lima Barreto professou ideias políticas e sociais à frente de seu tempo, com críticas contundentes ao racismo (que sentiu na própria pele) e outras mazelas crônicas da sociedade brasileira. Generosamente ilustrado com fotografias, manuscritos e outros documentos originais, Lima Barreto: Triste visionário presta um tributo essencial a um dos maiores prosadores da língua portuguesa de todos os tempos, ainda moderno quase um século depois de seu triste fim na pobreza, na doença e no esquecimento.
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quinta-feira, 26 de abril de 2018
Léxico de compositores para jovens (Ulrich Rühle)
O livro traz o que ninguém jamais contou sobre a vida dos gigantes da música erudita, como curiosidades da infância e casos engraçados de suas biografias. Com essa agradável leitura é possível descobrir, por exemplo, em que pensavam esses criadores austeros (ou jovens tempestuosos) no momento em que compunham suas obras clássicas. Também é possível observar que eles não são tão diferentes de nós como parecem. De
Beethoven
a
Satie
, de
Cage
a
Vivaldi
, do Renascimento aos tempos atuais, Ulrich Rühle reuniu 153 grandes nomes e suas principais obras, para apresentar a leitores de todas as idades um pouco do universo dos palcos e das óperas.
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quarta-feira, 28 de março de 2018
Mona Lisa (Dianne Hales)
A história de vida da Mona Lisa, o rosto mais famoso do mundo das artes Em Mona Lisa: a mulher por trás do quadro, Diane Hales mergulha na sociedade florentina dos séculos XV e XVI em busca de respostas sobre Lisa Gherardini, a mulher retratada na pintura de
Leonardo da Vinci
e pouco conhecida. E seria impossível contar a história de Lisa sem falar sobre as tramas políticas que moldaram a vida das italianas durante o Renascimento, as famílias proeminentes de Florença e o papel da mulher naquela época. Diane vasculhou arquivos em estado precário, caminhou pelas ruas degradadas e conheceu a vizinhança onde Lisa nasceu, conversou com seus descendentes, e se aventurou pelos mais antigos palácios de Florença. Com a ajuda de Hales, seguimos os passos dos Gherardini até o nascimento de Lisa, seu casamento com Francesco Del Giocondo, seu encontro com Leonardo, sua vida de esposa e mãe e, por fim, sua morte. Como resultado temos uma biografia recheada de história e memória - um tour por Florença e uma jornada de descoberta que recria o dia a dia de Lisa em uma época que se equilibra entre o medieval e o moderno. Mona Lisa: a mulher por trás do quadro faz um panorama da Florença de Leonardo e Lisa e aproxima o leitor de suas trajetórias
.
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Os últimos dias de Stefan Zweig (Laurent Seksik)
Casa de Stefan Zweig em Petrópolis/RJ
Um dos escritores mais lidos e traduzidos da história moderna, com cerca de 60 milhões de livros vendidos pelo mundo, o austríaco
Stefan Zweig
escolheu o Brasil para passar os momentos finais de sua vida no exílio. Deprimido com a expansão da barbárie nazista durante a Segunda Guerra Mundial, foi em Petrópolis que, ao lado da esposa Lotte, ele se suicidou, na noite de 22 de fevereiro de 1942. Nesta obra de ficção baseada em fatos reais, Laurent Seksik aborda aspectos psicológicos dos últimos cinco meses de vida do grande humanista Stefan Zweig. “
Este romance utiliza fatos reais e acontecimentos históricos extraídos de arquivos da época, testemunhos e documentos. As declarações e reflexões de parte das personagens são baseadas nas correspondências, diários, artigos e livros dos protagonistas
”, explica o autor. A partir da chegada a Petrópolis em setembro de 1941, até a data de sua morte, cinco meses depois, o livro reúne as lembranças de Zweig de uma Europa levada do auge intelectual ao horror da guerra, a depressão que tomou o escritor, mostra suas impressões sobre o país que escolheu para viver o seu exílio, pessoas com quem conviveu, como o editor Abraão Koogan e o filósofo francês Georges Bernanos, retrata o amor pela parceira Lotte, sua segunda esposa, e o orgulho que sentia por sua obra. “Petrópolis seria o lugar de todos os recomeços, sítio das origens, semelhante àquele onde o homem do pó nascia e ao pó retornava, o mundo primitivo, inexplorado e virgem, garantido pela ordem e certezas, jardim de um tempo onde a primavera reina eternamente”, diz um trecho do livro.
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
George Lucas: uma vida (Brian Jay Jones)
Star Wars - Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977)
Como se Star Wars já não tivesse sido impactante o suficiente,
George Lucas
também foi responsável por consolidar outra franquia de filmes blockbuster com Indiana Jones, transformando completamente o universo dos efeitos especiais e sonoros. Brian Jay Jones conta em detalhes a incrível trajetória do homem que criou Darth Vader, Han Solo e Indiana Jones. Em "George Lucas: uma vida", os companheiros, familiares e concorrentes de Lucas oferecem um fascinante olhar da história de vida do cineasta, passando pela infância na cidade de Modesto, seus sucessos e fracassos profissionais, a criação de um império cinematográfico independente e a rotina no rancho Skywalker.
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Guia Politicamente Incorreto dos anos 80 pelo Rock (Lobão)
Lobão
solta o verbo e conta tudo o que você sempre quis saber sobre o rock brasileiro dos anos 80. Com muito humor e, como não poderia ser diferente, sem papas na língua, Lobão revive as amizades, as parcerias, as primeiras derrotas, as decepções, as drogas, a baixa autoestima, as gravações ruins e, ao mesmo tempo, as grandes canções que marcaram a história do rock nacional e da década de 1980 neste "Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock". Ele se confronta com as contradições daqueles anos, sua atmosfera política e o desinteresse da nova geração de músicos que surgia pelo que chama de “desgastada e empolada linguagem da ingênua, presunçosa e reacionária MPB”. Os anos 1980 ficaram conhecidos como a década perdida. Mas, apesar dos penteados esquisitos, das ombreiras, do Xou da Xuxa, e da hiperinflação, também foram anos de muito rock and roll. Pelo olhar de alguém que abraçou a vida bandida daquela época, o livro apresenta um retrato irreverente, sincero e pessoal do Brasil a partir dos bastidores de uma de suas principais expressões culturais. Tomando o devido distanciamento temporal dos acontecimentos, Lobão (ao mesmo tempo um dos sócios-fundadores daquele rock e um de seus maiores críticos) não poupa palavras para, de uma vez por todas, contar todas as verdades sobre os anos 80 – de sua alegria inicial e real esperança à decadência. Por que o melhor dessa década se esvaneceu? Por que será que não deixou nenhum legado? Foram as mortes de artistas fundamentais um fator decisivo? Certamente isso contribuiu de forma dramática para a derrocada... Mas será que foi só isso? É o que veremos”, escreve o autor. Este é um verdadeiro representante da família Politicamente Incorreta. Um guia repleto de farpas, ironia, e polêmica, como se espera de um livro desta coleção, e também, de uma obra escrita por Lobão.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Tarsila (Maria Adelaide Amaral)
Abaporu
(1928) - Museu de Arte Latino-americana,
Buenos Aires
De uma família de fazendeiros paulistas,
Tarsila do Amaral
(1886-1973) começa tarde na pintura, já nos seus 30 anos. Mas logo entra no turbilhão da vida dos líderes do modernismo brasileiro, depois de voltar de estudos na Europa. Por meio de sua amiga Anita Malfatti, pioneira da pintura moderna no Brasil, Tarsila conhece Oswald de Andrade, com quem viria a se casar, e Mário de Andrade. Com Menotti Del Picchia, formavam o Grupo dos Cinco, amigos de festas e discussões estéticas.Em "Tarsila", Maria Adelaide Amaral levou para o teatro cenas da vida desses escritores e pintores entre 1922 e os anos 1950. Aparecem no palco conversas sobre a Semana de 22 e o Movimento Antropofágico, mas também amores e desencontros, ciumeiras artísticas e vaidades intelectuais. Tarsila, a pintora de "Abaporu", está no centro das histórias desses anos de criatividade e de uma vida agitada e de luxo, que desaparece com as agruras da crise de 1929, momentos ilustrados de modo vivo por Maria Adelaide, escritora mais conhecida por suas novelas e minisséries para a TV.
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quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Infográficos: Cinema (Karen Krizanovich)
Infográficos, dizem os especialistas, são uma maneira rápida e eficiente de memorizar fatos, porque combinam dados e informação visual. Por isso, para quem deseja esbanjar conhecimento em temas do universo cinematográfico, nada melhor do que uma fonte dinâmica e variada como este volume. Nele, destacam-se as seguintes curiosidades: lendas urbanas, como a Loira do Banheiro, retratadas no cinema; atores e atrizes que alcançaram até hoje as maiores bilheterias nos Estados Unidos; cidades europeias que se tornaram locações ideais para certos gêneros; os gatos mais famosos da história do cinema; os custos orçamentários de filmes que recriam episódios da Segunda Guerra Mundial; tecnologias e dispositivos eletrônicos que apareceram em longas de ficção científica muito antes de serem inventados na realidade - como as chamadas videofônicas que aparecem em Metrópolis (1927), sendo que o primeiro aparelho capaz dessa operação surgiria apenas em 1964; e um mapa mostrando quantos filmes de zumbi foram filmados ou ambientados em cada continente.
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