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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Movie Icons: Al Pacino (Paul Duncan)








Cena de "Perfume de Mulher" (1992)





A carreira de Al Pacino tem como principal marco seu papel em "O Poderoso Chefão". Michael Corleone, interpretado por ele lhe rendeu tudo de melhor para sua carreira, tirando o papel das mãos de vários grandes atores da época como: Robert Redford, Robert DeNiro, Warren Beaty e até Jack Nicholson. Apenas Coppola queria Pacino, todo o resto da produção preferia qualquer outro ator, mas o diretor via algo em Al Pacino. Ele atuou com medo de não alcançar as expectativas de Coppola durante todo o filme, mas o resultado não podia ter sido melhor, ele foi indicado ao seu primeiro Oscar de Ator Coadjuvante. Depois disso Pacino se enfiou em dramas maiores e mais difíceis como "Serpico" e "Um Dia de Cão" e foi indicado a três Oscars consecutivos de Melhor Ator. Ele deu uma vacilada com Bobby Deerfield mas ganhou de novo prestígio com "Justiça Para Todos", no qual ele recebeu outra indicação ao Oscar de Melhor Ator. Dois vacilos consecutivos após esta indicação o levaram a escolher outro papel de gângster e "Scarface" foi a solução que o levou de novo ao topo. Logo após tal feito, veio "Revolution", um erro monumental. Nesta época Pacino sofreu com uma terrível pneumonia. "Vítimas de uma Paixão" marca a volta e uma segunda fase na carreira de Al Pacino onde ele tem olhos pretos como de coruja e voz grave. Voltando então as origens ele fez "O Poderoso Chefão III" e ganhou vários aplausos com seu primeiro papel na comédia "Dick Tracy", o que lhe rendeu outra indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e dois anos depois viria outra indicação por "O Sucesso a Qualquer Preço". Ele então partiu para o romance com "Frankie e Johnny", e foi aí onde ele finalmente ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance em "Perfume de Mulher" onde ele fazia o papel de um cego. De lá pra cá tudo se tornou maravilhas na carreira de Pacino e ele se viu mais livre para fazer os papéis que queria. Em "Pagamento Final" ele fez outro perfeito filme sobre gângsters assim como o drama épico sobre crimes, "Fogo Contra Fogo". Na cadeira de diretor ele fez uma adaptação de um clássico de Shakespeare que teve o nome "Ricardo III - Um Ensaio". "City Hall - Conspiração no Alto Escalão", "Donnie Brasco" e "Advogado do Diabo" saíram no período de Ricardo III. Seus próximos filmes foram "O Informante" e "Um Domingo Qualquer" onde ele se junta novamente a Michael Mann  e também a Oliver Stone. 














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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Movie Icons: Greta Garbo (Paul Duncan)










A beleza de Greta Garbo é atemporal. Era singularmente fotogênica e os seus desempenhos em A Rainha Cristina (Queen Christina, 1933) e A Dama das Camélias (Camille, 1936) seriam suficientes para estabelecê-la como uma das maiores atrizes do cinema. O vestígio de um sorriso, um toque ou um olhar podem sugerir as profundezas do pensamento humano, do seu sentimento e do seu ser. Era lânguida, distante e melancólica, mas nas cenas românticas transmitia uma paixão e um desejo que espantava o público e que modificou as idéias americanas sobre o erotismo. Parte do seu fascínio devia-se também ao mistério que rodeava a sua vida privada e os seus amores: "Leave me alone", insistia, e ninguém nunca a conheceu verdadeiramente. Greta Lovisa Gustafsson nasceu em 18 de Setembro de 1905 em Estocolmo. Depois de terminar a escola, trabalhou durante algum tempo como ajudante num barbeiro, uma experiência precoce de encontros tácteis com o sexo oposto. Quando era aprendiz em armazéns comerciais, foi escolhida para participar de alguns filmes publicitários. Inflamada pela ambição de ser atriz, ganhou uma bolsa para a Academia Real do Teatro Dramático e teve alguns pequenos papéis em filmes, antes de ser escolhida para A Saga de Gösta Berling (Gosta Berling saga, 1924), do conhecido realizador Mauritz Stiller, que lhe mudou o nome para Garbo. A sua excepcional presença no ecrã revelou-se de imediato. G.W. Pabst deu-lhe um papel na produção alemã Rua das Lágrimas (Die freudlose Gasse, 1925) e, entretanto, Louis B. Mayer ofereceu a Stiller e a Garbo contratos para trabalharem na MGM em Hollywood, onde chegaram em Setembro de 1924. Os métodos autocráticos e idiossincráticos de Stiller não se adequavam aos estúdios. Foi afastado da realização do segundo filme de Garbo, Terra de Todos (The Temptress), e em 1927 regressou a Estocolmo, onde morreu no ano seguinte, aos 84 anos de idade, privando Garbo da sua crucial influência formativa.  Garbo fez dez filmes na última era dourada do cinema mudo. Poucos desses filmes, com exceção de A Carne e o Diabo (Flesh and the Devil, 1927), Amor (1927, adaptação da Ana Karenina de Tolstói) e O Beijo (The Kiss, 1929), eram notáveis em si mesmos; no entanto, de forma extraordinária, o desempenho de Garbo dava realismo e riqueza mesmo aos veículos mais banais, transformando romances simples em arte. Era igualmente um sucesso de bilheteria. 







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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Movie Icons: Elizabeth Taylor (Paul Duncan)









Elizabeth Taylor foi uma diva no tempo em que essa palavra ainda tinha significado, antes de ser aplicada a qualquer celebridade feminina com o menor vestígio de atitude e estilo. Taylor foi também uma das primeiras atrizes a serem elevadas pelos meios de comunicação ao status de celebridade, tanto pelos dramáticos conflitos da sua vida pessoal quanto pelos sucessos de representação na tela. Na década de 1950, quando os estúdios controlavam o que a mídia dizia sobre seu valioso patrimônio, a personalidade expansiva e a turbulenta vida pessoal de Taylor eram demasiado extravagantes e excitantes para poderem ser atenuadas pelos consultores de imagem de Hollywood. Taylor iniciou a carreira como atriz infantil na década de 1940, por pressão da sua dominadora mãe, Sara. Educada na "little red schoolhouse", escola situada nos próprios estúdios, juntamente com o restante da equipe de atores infantis de Louis B. Mayer, incluindo Roddy McDowall, seu amigo de toda a vida. Taylor tinha uma vida confinada e controlada. Depois de se tornar uma estrela confirmada em National Velvet (1944), a vigilância tornou-se ainda mais opressiva. Contudo, depois de atravessar a puberdade e desenvolver muito precocemente a figura voluptuosa e as feições morenas e exóticas que a viriam a tornar famosa (o escritor James Agee descreveu-a como "arrebatadoramente bela"), Taylor também descobriu a sua própria energia interior, bem como uma força de vontade indômita que nem mesmo um estúdio tão poderoso como o da MGM conseguiu conter. Libertando-se gradualmente do jugo da sua autoritária mãe e do seu contrato com a MGM, Taylor rebelou-se a todos os níveis.













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quarta-feira, 20 de março de 2013

Movie Icons: Mae West (James Ursini)




 











Poucos ícones da celebridade alcançaram os mais altos níveis da fama e da controvérsia tão depressa como Mae West. Rotulada como "pornógrafa" pelas comissões de censura, ela foi também uma das atrações de bilheteria mais lucrativas da década de 1930 em Hollywood (fazendo com que a Variety a descrevesse, em 1933, como "um tema tão quente como Hitler"). Alcunhada "a Estátua da Libido" pelo crítico George Jean Nathan e homenageada na canção principal do musical de Cole Porter, Anything Goes, a sua imagem voluptuosa e o seu personalíssimo cabelo louro platinado tornaram-se reconhecíveis em todo o mundo e durante décadas para além dos seus melhores anos de fama na década de 1930. De fato, mesmo na década de 1960, quando os Beatles quiseram usar a sua imagem na capa do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, foi pedido a esses ídolos de cabelos compridos de uma nova geração que entregassem um pedido por escrito ao ícone (o que, respeitosamente, fizeram), porque West sempre contestou, segundo suas próprias palavras, pertencer a qualquer "clube de corações solitários". O caráter exuberante de Mae West está profundamente enraizado nos domínios da lenda. As suas imitadoras surgem frequentemente numa diversidade de encarnações, que tanto projetam como pantomimam o sexo que era a sua marca identificadora. Várias celebridades (incluindo personagens dos desenhos animados, como Betty Boop) mimetizaram a postura afetada, a figura curvilínea e os famoso motejos de Mae West. "Para Mae West, o sexo é como um desenho animado ao qual ela adora transmitir a animação", afirmou o crítico teatral Mason Brown. Nunca uma mulher tinha representado de forma tão carnal e sexualmente agressiva, tanto no teatro como no cinema, nem se tornara uma estrela fazendo-o.














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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Movie Icons: James Dean (F.X. Feeney, Paul Duncan)




 



















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