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quarta-feira, 28 de março de 2018

Mona Lisa (Dianne Hales)




































A história de vida da Mona Lisa, o rosto mais famoso do mundo das artes Em Mona Lisa: a mulher por trás do quadro, Diane Hales mergulha na sociedade florentina dos séculos XV e XVI em busca de respostas sobre Lisa Gherardini, a mulher retratada na pintura de Leonardo da Vinci e pouco conhecida. E seria impossível contar a história de Lisa sem falar sobre as tramas políticas que moldaram a vida das italianas durante o Renascimento, as famílias proeminentes de Florença e o papel da mulher naquela época. Diane vasculhou arquivos em estado precário, caminhou pelas ruas degradadas e conheceu a vizinhança onde Lisa nasceu, conversou com seus descendentes, e se aventurou pelos mais antigos palácios de Florença. Com a ajuda de Hales, seguimos os passos dos Gherardini até o nascimento de Lisa, seu casamento com Francesco Del Giocondo, seu encontro com Leonardo, sua vida de esposa e mãe e, por fim, sua morte. Como resultado temos uma biografia recheada de história e memória - um tour por Florença e uma jornada de descoberta que recria o dia a dia de Lisa em uma época que se equilibra entre o medieval e o moderno. Mona Lisa: a mulher por trás do quadro faz um panorama da Florença de Leonardo e Lisa e aproxima o leitor de suas trajetórias.



















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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Os últimos dias de Stefan Zweig (Laurent Seksik)












Casa de Stefan Zweig em Petrópolis/RJ


























Um dos escritores mais lidos e traduzidos da história moderna, com cerca de 60 milhões de livros vendidos pelo mundo, o austríaco Stefan Zweig escolheu o Brasil para passar os momentos finais de sua vida no exílio. Deprimido com a expansão da barbárie nazista durante a Segunda Guerra Mundial, foi em Petrópolis que, ao lado da esposa Lotte, ele se suicidou, na noite de 22 de fevereiro de 1942. Nesta obra de ficção baseada em fatos reais, Laurent Seksik aborda aspectos psicológicos dos últimos cinco meses de vida do grande humanista Stefan Zweig. “Este romance utiliza fatos reais e acontecimentos históricos extraídos de arquivos da época, testemunhos e documentos. As declarações e reflexões de parte das personagens são baseadas nas correspondências, diários, artigos e livros dos protagonistas”, explica o autor. A partir da chegada a Petrópolis em setembro de 1941, até a data de sua morte, cinco meses depois, o livro reúne as lembranças de Zweig de uma Europa levada do auge intelectual ao horror da guerra, a depressão que tomou o escritor, mostra suas impressões sobre o país que escolheu para viver o seu exílio, pessoas com quem conviveu, como o editor Abraão Koogan e o filósofo francês Georges Bernanos, retrata o amor pela parceira Lotte, sua segunda esposa, e o orgulho que sentia por sua obra. “Petrópolis seria o lugar de todos os recomeços, sítio das origens, semelhante àquele onde o homem do pó nascia e ao pó retornava, o mundo primitivo, inexplorado e virgem, garantido pela ordem e certezas, jardim de um tempo onde a primavera reina eternamente”, diz um trecho do livro.




















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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Guia Politicamente Incorreto dos anos 80 pelo Rock (Lobão)




















Lobão solta o verbo e conta tudo o que você sempre quis saber sobre o rock brasileiro dos anos 80. Com muito humor e, como não poderia ser diferente, sem papas na língua, Lobão revive as amizades, as parcerias, as primeiras derrotas, as decepções, as drogas, a baixa autoestima, as gravações ruins e, ao mesmo tempo, as grandes canções que marcaram a história do rock nacional e da década de 1980 neste "Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock". Ele se confronta com as contradições daqueles anos, sua atmosfera política e o desinteresse da nova geração de músicos que surgia pelo que chama de “desgastada e empolada linguagem da ingênua, presunçosa e reacionária MPB”. Os anos 1980 ficaram conhecidos como a década perdida. Mas, apesar dos penteados esquisitos, das ombreiras, do Xou da Xuxa, e da hiperinflação, também foram anos de muito rock and roll. Pelo olhar de alguém que abraçou a vida bandida daquela época, o livro apresenta um retrato irreverente, sincero e pessoal do Brasil a partir dos bastidores de uma de suas principais expressões culturais. Tomando o devido distanciamento temporal dos acontecimentos, Lobão (ao mesmo tempo um dos sócios-fundadores daquele rock e um de seus maiores críticos) não poupa palavras para, de uma vez por todas, contar todas as verdades sobre os anos 80 – de sua alegria inicial e real esperança à decadência. Por que o melhor dessa década se esvaneceu? Por que será que não deixou nenhum legado? Foram as mortes de artistas fundamentais um fator decisivo? Certamente isso contribuiu de forma dramática para a derrocada... Mas será que foi só isso? É o que veremos”, escreve o autor. Este é um verdadeiro representante da família Politicamente Incorreta. Um guia repleto de farpas, ironia, e polêmica, como se espera de um livro desta coleção, e também, de uma obra escrita por Lobão.

























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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

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