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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Salvando a Itália (Robert M. Edsel)
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| Ellingen, Alemanha |
O livro relata o trabalho de resgate de obras de arte e objetos culturais e históricos saqueados pelas tropas de Adolf Hitler durante a ocupação da Itália. Atuando nos bastidores do conflito, o pintor de retratos e professor de arte Deane Keller e o jovem historiador de arte Fred Hart negociaram com líderes da igreja católica, oficiais da SS e militantes da resistência italiana com a missão de recuperar obras do Renascimento, do Império Romano e preciosidades do Vaticano de valor incalculável, incluindo obras de gênios como Michelangelo, Caravaggio, Donatello e Botticelli até hoje exibidas em museus da Europa.
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terça-feira, 13 de setembro de 2016
Pasolini (René de Ceccatty)

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A vida de Pier Paolo Pasolini (1922-1975), um dos principais cineastas italianos de todos os tempos, poeta, dramaturgo, teórico da arte e da literatura, desenvolveu-se como um drama trágico. Homossexual assumido, artista polêmico, pagou caro por sua coragem: escândalos, processos e, por último, numa noite de novembro há mais de quarenta anos, foi vítima de um assassinato brutal e misterioso, em uma praia da cidadezinha italiana de Óstia. Filho primogênito de uma professora do ensino fundamental e de um militar de carreira, Pasolini nasceu em Bolonha no dia 5 de março de 1922. Graduou-se em literatura pela Universidade de Bologna em 1939 e desenvolveu uma produtiva atividade literária escrevendo poemas, romances, ensaios e artigos para jornais. Dirigiu seu primeiro filme em 1961, "Accatone", que conta as desventuras de um cafetão em Roma. No ano seguinte, lançou "Mamma Roma", que narra a história de uma prostituta e é hoje considerado um clássico do cinema italiano. Em 1964 Pasolini lançou aquela que seria considerada sua obra-prima como cineasta: "O Evangelho Segundo São Mateus", em que retrata a vida de Jesus. Seus filmes posteriores revelaram toda a sua sensibilidade e delicadeza; alguns deles abordam também temas clássicos e antigos como por exemplo, "Medéia", em 1969, com Maria Callas. Seu último e mais provocador filme foi "Saló" ou "Os 120 dias de Sodoma" (1975), onde Pasolini adaptou livremente uma obra de conteúdo semelhante do Marquês de Sade ("Les 120 journées de Sodome" or "L'école du libertinage") ambientando-a durante o curto período de existência da República fascista de "Saló", estado fantoche da Alemanha nazista. O resultado é um arrebatador conjunto de imagens, sendo um filme forte e controverso ainda nos dias de hoje, décadas depois de sua realização. O diretor filmou ainda "Decameron" (1970), "Contos de Canterbury" (1973), que recebeu o Urso de Ouro do Festival de Berlim, e "As Mil e Uma Noites" (1974).
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Por que ler os contemporâneos? (Vários Autores)
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quinta-feira, 21 de julho de 2016
Bowie (Wendy Leigh)

Wendy Leigh revela para o público facetas desconhecidas do recém-falecido ídolo pop David Bowie .Leigh traça toda a trajetória do músico, desde a infância em sua família problemática, passando pela juventude desvairada em busca do sucesso, até atingir o estrelato e se tornar uma entidade única e inigualável da cultura popular contemporânea. Ao analisar a pluralidade de personagens que o cantor incorporou, examinando sua recusa a se submeter a qualquer padrão sexual, a autora também aponta para uma falta de ortodoxia sem precedentes, chave para a desconstrução de tabus e estopim de uma revolução dos costumes de gênero. Descritas fielmente neste livro, a subversão e a criatividade, algumas das características mais marcantes do astro britânico, não apenas o destacam de seus colegas de profissão, mas são responsáveis pelo charme de Bowie, que cativou milhões de fãs em todo o mundo. Este é o registro mais íntimo e revelador da vida de um dos maiores ícones da história recente.
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quarta-feira, 6 de julho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Susan Sontag: Entrevista completa para a revista Rolling Stone (Jonathan Cott)
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